domingo, 27 de junho de 2010

Denúncia!

Hoje pela manhã recebi um e-mail com as fotos abaixo, e senti-me na obrigação de tentar fazer algo para que tal indivíduo desprovido de caráter (que com certeza deve ser daqueles tipos que comem, dormem, se drogam às custas do papai homem de negócios) sofra as consequências por ter se exposto cometendo tal delito. Não sei de onde ele é, mas gostaria de saber. Talvez se insistirmos na divulgação de tal elemento consigamos fazer com que tal fato repercuta na mídia. Por favor, encaminhem via e-mail para o maior número de pessoas possível!



quinta-feira, 24 de junho de 2010

Mais uma sexta-feira que promete...

Pouts! Ver Braille por apenas 15 reais!?!? Não posso perder, né...





terça-feira, 22 de junho de 2010

Agora sim!!! Fériassss!!!

Enfim, férias da facul... já estava precisando...Obtive êxito neste primeiro semestre, pois consegui média em todas as matérias. Agora é concentrar-me nas minhas paixões, pois terei tempo para isso: meu projeto musical, meus rolês com os amigos, com minha garota (cineminha amanhã, hehe), atençãozinha extra para minha “paixão canina” chamada Alanis, etc. Também é momento para atualizar meu blog. Começarei com o que melhor me ocorreu desde minha última postagem: o show de Anneke Van Giersbergen, ex-vocalista da única banda que faço questão de ter todos os discos originais, ou seja, “The Gathering”, ao lado de Danny Cavanagh, ex-vocalista da banda “Anathema”. Um set acústico, bem intimista, sem os holofotes dignos de um show a la The Gathering, mas foi muito bom, com direito até a cover de Pink Floyd e Massive Attack. Mas o show em si não foi o auge da noite... bom, melhor contar a história desde o começo:
O Fiat Uno do Lemão aqui lotado - Eu, Taty, Carlinhos, Alex e Juli – na estrada a caminho de Campinas. Com pouca dificulade, conseguimos encontrar o local do show (Sebastian Bar) com uma hora de antecedência, e para nossa surpresa, quem estava lá? Ela! Anneke! Em carne, osso e simpatia. Isso mesmo, simpatia pura! Tirou foto conosco, livre leve e solta na entrada do bar como se fosse uma coadjuvante que também estivesse à espera da atração principal. Tal acontecimento já fez valer a viagem, e ainda teríamos o show pela frente. Ah! Não posso esquecer-me de dizer que, após o show, ela ainda autografou o meu encarte do álbum “Souvenirs”, penúltimo da banda com ela nos vocais. Valeu demais! Melhor sexta-feira do ano para mim. Espero que as imagens abaixo sejam suficientes para exprimir um pouco do quanto foi especial a noite em questão. "Momento auge da noite"


"Cervejinha à espera do show"


"É chegado o grande momento"


segunda-feira, 7 de junho de 2010

...Para não serem explicadas (parte 13)...

"A matemática faz com que eu me sinta assim" ¬¬

quinta-feira, 3 de junho de 2010

"Querido Blog"...


...enfim encontro tempo suficiente para voltar meus olhares a você novamente. Já faz um bom tempo desde a última postagem, não? Sinal de que tenho muito a falar, a "confidenciar"? Nem tanto! Algumas coisas prefiro que fiquem arquivadas unicamente em minha memória, umas por tamanha irrelevância, outras porque o que se faz de melhor é o que se faz quando ninguém sequer imagina que você esteja fazendo, e que continue assim...
Mesmo assim acredito obter conteúdo suficiente para "enriquecê-lo" um pouco mais, afinal de contas estou com um ritmo de vida pra lá de agitado: trabalho + faculdade + finais de semana rendem muitas histórias.

Trabalho: Mesma rotina de sempre, pouca coisa mudou. O que merece ser destacado é uma união que antes não havia entre boa parte dos meus amigos de trabalho, ou seja, mais churrascos, mais descontração... dia 12 próximo iremos todos a um baile da empresa em Ribeirão Preto e a casa promete cair, hehe.

Faculdade: Estou prestes a enfrentar alguns outros "fantasmas acadêmicos", como a segunda semana de provas do semestre, seguida da apresentação do trabalho semestral a uma banca de professores nada passivos. Mas nada disso está me assustando tanto como eu imaginava que seria antes de ingressar numa facul. Realmente temos de enfrentar nossos temores de frente e só depois darmos o veredicto: se realmente era tão ruim ou não.
Minha rede de amigos está um pouco maior graças à faculdade, meu conhecimento tem se expandido gradualmente graças à faculdade, me sinto mais valorizado por mim mesmo graças à faculdade... os benefícios são tantos que acabam roubando a cena, não dando tanto espaço aos obstáculos inerentes ao mundo acadêmico...
Devo deixar registrado aqui uma decepção e também o que mais me valeu até agora: Decepção: Infelizmente tenho notado o quanto as pessoas são inferentes, ou seja, tiram suas próprias conclusões sobre alguém ou algo de acordo com os poucos dados têm, e não escapei de ser um dos alvos da classe: Ou pareço moleque demais devido aos trajes, ou pareço "mano" demais devido aos trajes, ou metido demais porque sou "lemãozinho de olho azul"...Pouts! Por favor, queiram me conhecer antes de deduzirem algo sobre mim? "Muito prazer, meu nome é Anselmo, sou mais velho e menos superficial do que aparento ser".
O que mais me valeu: Conheci pessoas legais, superlegais, e as hiper-mega-blaster-Legais... posso até estar cometendo uma injustiça com algumas destacando outras, mas quem disse que meu blog é para ser justo? Não posso deixar de destacar a figura de duas pessoas: Fernando e Natália: Ele, principalmente pelo companheirismo e dedicação frente ao trabalho da faculdade. O engraçado é que já até jogamos futebol há uns 15 anos atrás em épocas de ferroviária, o mundo realmente dá muitas voltas. Ele foi o responsável por pelo menos metade do conteúdo do nosso trabalho... e querem saber mais? Trabalhamos na mesma empresa, só que em setores diferentes. Ela, principalmente pela pessoa que é não somente comigo, mas com todos da classe. Incrível como nunca ouvi comentário maldoso de ninguém da classe a respeito dela, todos a respeitam, e justamente isso deve-se à maneira como ela se relaciona com as pessoas, como se todos tivessem o mesmo e superestimado valor. Realmente a admiro como a pessoa que é, sorte a nossa tê-la por perto.
Finais de semana: Não que eu tenha ido a tantas baladas, tantos rolês e tal... mas tenho me divertido muito nos últimos finais de semana. Muita cerveja e muitas risadas na companhia dos "Ludovicos" (nome da equipe no cultural game do Arte & Bola Café) e agregados. Não posso deixar de destacar a virada cultural: O show mediano de Lenine aqui e o showzaço de Lobão em São Carlos. Ah! e amanhã irei a um show de uma cantora que poucos conhecem em meu círculo social, mas com certeza valherá e muito a pena. (Termino este post com um vídeo dela, só pra não passar em branco com as postagens de vídeos).
Enfim, querido blog... era o que eu tinha em déficit com você. Até a próxima oportunidade...Prometo dedicar mais tempo a nós...
ASS: Anselmo Nômade.



quarta-feira, 19 de maio de 2010

...Para não serem explicadas (parte 12)...


"Todos julgam segundo a aparência, ninguém segundo a essência" (Friedrich Schiler).
"Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos".(Saint-Exupéry).
"Seja uma pessoa que valoriza a essência, não a aparência, cultive os valores mais profundos e não caia na tentação de se tornar um "super" em um mundo de estrelas sem brilho próprio"(Roberto Shinyashiki).
"As verdades diferentes na aparência são como inúmeras folhas que parecem diferentes e estão na mesma árvore"(Mahatma Gandhi).
"Oh! que formosa aparência tem a falsidade!"(William Shakespeare).
"Sob a aparência que vos fere os sentidos...move-se a alma"(Honoré de Balzac in Seráfita)

sábado, 8 de maio de 2010

Devoção...

Eis o desafio: como conseguir, em poucas ou muitas linhas, expressar toda a gratidão por esta figura tão importante em minha vida? Será que um simples “muito obrigado” seria capaz? Ou que tal um belo poema, uma bela canção? Qual a melhor forma de agradecer aos quatro anos de tentativas para que eu pudesse vir ao mundo? Os tratamentos submetidos, as primeiras frustrações... Será que pensou em desistir, ou sempre manteve hasteada a bandeira da esperança e do comprometimento? Como agradecer, transcrever a emoção que me domina toda a vez que me lembro, aos 4 ou 5 anos de idade (em flashes), sendo carregado no colo por esta guerreira que, atravessando a cidade como pôde, conseguira levar-me a tempo até o hospital para uma internação urgente devido à “meningite pós-caxumba” que estava disposta a consumir todas as minhas energias vitais? Lembro-me como se fosse ontem de uma cena: nós, logo após eu ter recebido alta do hospital, indo até a loja de brinquedos comprar o “Ferrorama” que eu tanto sonhava ter, como se fosse um prêmio por eu ter continuado a viver para continuar a ser seu filho. E quanto a toda dedicação no decorrer de minha formação? As broncas quando eu não queria saber de estudar, os passeios no cinema, no parque de diversões, os conselhos incansavelmente dados para que eu não usasse drogas, não andasse com amigos de más condutas, não deixasse de respeitá-la mesmo à distância... Hoje entendo os porquês, hoje vejo o quanto foi necessário. Portanto, mesmo em momentos conflituosos, mesmo quando não falamos o mesmo idioma, há dentro de mim uma parte imutável, imensamente devota da pessoa mais importante em minha vida. Mãe, primeiramente feliz aniversário! Realmente és abençoada até nisso! E parabéns também pelo seu dia! Parabéns a todas as mães que realmente cumprem seu difícil papel de educadoras, companheiras, protetoras e conselheiras...
video: BOYZ II MEN - A SONG FOR MAMA

"Você me ensinou tudo...
E me deu tudo
Eu sempre guardo isto. Aqui dentro...
Você é a força
Que dirige minha vida
Não há qualquer coisa
Ou qualquer um que eu possa ser...
E apenas não sentiria direito
Se eu não a tivesse do meu lado
Você estava lá para me amar
E para se importar comigo
Quando os céus eram cinzentos
Sempre que eu estava para baixo
Você estava sempre lá
Para me confortar
E ninguém mais pode ser
O que você foi para mim
Você sempre será você
sempre será a garota
Em minha vida ...Por todas as vezes


Mamãe
Mamãe
Você sabe que eu te amo
Você sabe que eu te amo
Mamãe
Mamãe
Você é a rainha... Do meu coração
Seu amor é como
Lágrimas das estrelas (Sim é)
Mamãe Eu quero apenas ...Que você saiba
Que amar você é como
Alimentar minha alma... sim é


(Yes it is, yes it is,ohhhhh
Yes it is, yes it is, yes it is
oohhhh
Você sempre caiu por mim
Esteve sempre ao meu redor
Mesmo quando eu era mau
Você me mostrou
O certo de meu erro
(Sim, você fez)
E sempre me colocou para cima
Quando todos me derrubavam
Você sempre me entendeu
Você me deu forças para continuar
Havia muitas vezes
Em que você olhava para trás
Quando eu estava com medo
Então vinha em minha direção
Dizendo que eu podia
Enfrentar qualquer coisa
E ninguém mais podia fazer
O que você fez para mim
Você sempre será
Você será sempre
A garota em minha vida
(Oooo, oohh)


(Refrão)


Nunca ir, ir
Um dia sem você
Preencher a mim
Só pensando em você
Eu nunca vou ir um dia
Sem a minha mãe"

domingo, 2 de maio de 2010

"Triste Realidade"


Quem me conhece sabe muito bem qual a minha profissão: sou funcionário da ECT (empresa de correios e telégrfos), ou seja, aquela figura que passa todos os dias em frente de sua casa, de blusa amarela e calça azul, correndo dos cães arruaceiros e levando as correspondências vossas de cada dia. E nessas minhas idas e vindas, deparei-me um dia desses com uma triste realidade: uma mulher, não tinha mais que 35 anos, não pôde receber o Sedex que eu tinha para entregar por não saber escrever. Tudo bem que infelizmente estatísticas comprovam que ainda somos o segundo país com maior índice de analfabetismo, o que sugere que talvez deveríamos estar acostumados com tal fato, mas... Não consigo imaginar-me em tal situação. Um antigo professor meu costumava dizer-nos na sala de aula que o que nos difere dos demais animais é justamente a capacidade de ler e escrever. E como é maravilhoso o mundo da escrita, da leitura! Como é gostoso poder viajar, ir a lugares diversos sem ao menos sair do lugar. Como é gratificante poder transcrever uma emoção, um pensamento, uma idéia. Pessoas como esta mulher, que não sabem escrever, não sabem ler, perdem muito, e o que mais me entristece é a falta de interesse que a mesma demonstra com o quadro em que se encontra. É como se um viciado, mesmo ciente de sua desgraça, negasse ajuda, ou como se uma pessoa teimasse em amar alguém que não a valorizasse à altura. E já pensou se "O Eterno Retorno" de Nietzsche for verdade, ou seja, nossa vida se repetir eternamente da mesma maneira por toda a eternidade, exatamente tudo da mesma maneira? Esta pobre criatura estará fadada a ter sua vida ecoando eternamente sob a sombra da ignorância e da limitação intelectual? Não terá autonomia, nem dissernimento sobre determinados direitos seus? Tudo indica que sim. Às vezes me impressiono com os diferentes caminhos que podemos percorrer de acordo com nossas escolhas e interesses...

sábado, 1 de maio de 2010

Então, né...


Prometi voltar com força total com as postagens após a semana árdua de provas, mas creio que não conseguirei cumprir. Os afazeres acadêmicos consomem-me considerávelmente, estou me "dobrando e desdobrando" para deixar tudo em dia, mas farei o possível para evitar as enormes "lacunas" entre uma postagem ou outra, vamos ver no que vai dar...

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Re-Post...

Estava "fuçando" em alguns rascunhos meus e acabei descobrindo uma velha postagem que fizera em um blog (que nem existe mais) há uns 3 anos atrás. Resolvi postá-lo aqui com alguns 'pequenos' reajustes... Detalhe: Como eu viajava, aff! rsrsrsrsrs. Aí vai:

VOCÊ + A VIDA = UMA RELAÇÃO QUE REQUER CUIDADOS ESPECIAIS

Atualmente é assim que encaro a vida: Como uma relação. Uma relação a dois onde tudo deve ser relevado em seus mínimos detalhes, tipo um namoro ou... um Casamento, mas não casamento no sentido das formalidades muitas vezes tolas e hipócritas, mas casamento no mais profundo sentido, onde a reciprocidade é fator predominante, bem como a atenção aos detalhes. Pois bem, digo isso me baseando nos relacionamentos que pude presenciar, nos fracassos e nos êxitos, nos tropeços e nas reviravoltas, nas perdas e nas conquistas ou reconquistas. Faça uma auto-análise e descubra se está precisando rever seus conceitos ( se concordar comigo, claro):
Você se lembra como era o início de seu relacionamento com a vida? Não? Basta prestar atenção ao comportamento de uma criança: A vida para ela é maravilhosa, lhe causa prazer, lhe é interessante. Tudo o que a vida lhe mostra é belo, tudo o que a vida lhe apresenta é acrescentável, ela o leva a lugares inimagináveis, o acalenta, dá carinho. É assim a VIDA para nós no início de tudo: Por ser tão recente para nós, fazemos questão de colocá-la no patamar mais alto, ao pintá-la num quadro, a colocamos imponente frente a todo o resto, é nossa atriz principal, nossa fonte de inspiração, nossa maior força.Mas e depois?
Depois, de tanto estar presente conosco, já não somos capazes de dedicar tanta atenção a ela, torna-se muitas vezes imperceptível a nós, e embora ela se esforce para nos mostrar o quanto nos ama e o quanto somos importantes para ela, nem damos mais conta disso e passamos a colocar outras coisas em primeiro plano sem nos importarmos mais tanto com ela, muitas vezes até pensamos estar agradando-a, mas estamos tão distantes de seu universo que não mais sabemos qual o seu significado para nós, já é parte de nossa “paisagem”, portanto tornara-se irrelevante, agora é muitas vezes chata e impertinente, e muitas vezes nos irritamos com ela por motivos ínfimos, absurdos, banais. Damos mais atenção ao trabalho e conseqüentemente não temos mais tanta disposição para as coisas que fazíamos com ela e que gostávamos tanto, damos mais atenção aos seus defeitos do que às suas qualidades, já não sentimos tanto prazer com ela, nem nos preocupamos com as novidades que ela pode nos apresentar, subestimamos ela pensando que não mais pode nos apresentar coisas interessantes, sabores diferentes, prazeres renovados. E embora não conseguimos nos imaginar sem ela, não fazemos questão de mostrar a ela o quanto ela nos é importante, até que o relacionamento sucumbe, e nós, por mais que nos esforcemos para que tudo possa voltar como era no começo, percebemos tardiamente que poderíamos ter sido mais atenciosos para com nossa própria vida, tê-la vivido mais, tê-la sentido mais. Mas agora é tarde e pouco antes de sermos totalmente abandonados por ela descobriremos que nunca mais encontraremos companheira como ela em todo o universo...
Reflexão: Estamos realmente vivendo intensamente nossa vida? Qual o significado de "viver intensamente"? Valoriza-se a vida nas grandes conquistas ou nos pequenos e imperceptíveis detalhes?

sábado, 17 de abril de 2010

Depois do "Pause"................Play!

Ao som de 'Earth, Wind and Fire' retorno às atividades blogueiras de sempre, aproveitando para deixar pública minha frustração em relação à compra do ingresso para o show do Simply Red, demorei e o bonde passou, né. Quando resolvi comprá-los dei de cara com um expressivo "ESGOTADO" ...Aaaaarrghhh... "Como pude ser tão...tão..."... bom... deixemos de lado isso, afinal de contas, a vida vive-se adiante, talvez eu ainda assista a um show do Mick Hucknall em carreira solo. Agora meu foco é no festival Woodstock, que ocorrerá neste ano (por incrível que pareça) na cidade de Itú. É isso mesmo: I-T-Ú... Em solo tupiniquim! E não pretendo perder, né... só faltava mais essa...
Ao contrário do que pensei, a semana não passou a passos de tartaruga. E a semana de provas na faculdade não foi tão aterrorizante assim. O que me deu motivos para não lembrar-me mais destes 5 dias passados foi uma maldita dor de garganta que tirou-me o sono por duas noites. Hoje encontro-me em situação de absoluta lei seca até o próximo fim-de-semana, pois estou à base de medicamentos. Acho que esta semana em que não poderei beber minhas cervejinhas será mais penosa que a semana de provas. rsrs...

domingo, 11 de abril de 2010

Uma breve ausência...




Saudações, caro amigo leitor (se é que haja algum, hehe). Estou ausente há alguns dias e permanecerei assim por mais uma semana devido à bateria de provas da faculdade. Devo expor minha ansiedade e tensão atuais, mas há uma ínfima parte em mim pressentindo que tudo se sairá bem no final. Então, até daqui a uma semana, pois tenho (e terei) muito o que expor em meu querido blog. Aguardem...

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Frases de MSN...

"Dos desejos mais profundos nascem os ódios mais mortais"
(Tenho muito medo desta afirmação de Sócrates)

domingo, 4 de abril de 2010

O jeito é encarar...


30 dias se passaram rapidamente... Férias novamente só o ano que vem. O que tirei de bom nos meus 30 dias de "ócio" neste ano de 2010 foram: O descanso, as oportunidades para programas diversos em qualquer dia da semana e, principalmente, mais tempo para dedicar às coisas que gosto de fazer, como escrever neste meu blog, criar algo nos meus softwares de som ou andar a esmo pensando na"morte da bezerra" (rsrs), além de mais tempo também para tentar me alavancar na faculdade. O que eu poderia considerar negativo nesses dias foi a fragilidade emocional em que eu me encontrara, e mente desocupada é um ninho para pensamentos ruins nos momentos frágeis da vida, mas lutei contra e sobreviví.

Amanhã retorno à minha rotina de trabalho, e presumo começar agora a sentir os 'baques' da vida acadêmica, mas, que eu não sofra por antecipação, talvez nem seja tudo o que eu esteja esperando. O jeito é encarar com dedicação...

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Como pode!?!?!?


Como é possível que alguma banda tenha conseguido fazer um cover do Massive Attack com tamanha majestade? Ainda estou boquiaberto :0
Com vocês: Le Dimanche (projeto paralelo da contra-baixista da "The gathering", onde ela é a própria a cantar) - Dissolved Girl




Caso não conheçam a versão original, confiram:



quinta-feira, 1 de abril de 2010

Equilíbrio...


Todos temos nossas paixões. Algumas pessoas são apaixonadas pela leitura, outras apaixonadas pelo trabalho, pela dança, outras amam viajar, conhecer pessoas, outras não trocam o futebol dos finais de semana por nada (o que lhes pode gerar conflitos no âmbito familiar, rsrs), outras dedicam sua vida a ajudarem pessoas, outras a ajudarem animais, outras amam andar a cavalo, fazer trilhas, saltar de paraquédas, etc,etc,etc. Muitas vezes, em meio a um ritmo conturbador imposto pela nossa sociedade atual, onde muitas vezes mal temos tempo para respirar (e quando há esse tempo significa que algo está errado), necessitamos de uma "válvula de escape" ou não suportamos tanta pressão, e eis onde nossas paixões individuais entram na história com elevada importância. É preciso colocá-las em prática, desde que isso não se torne o "topo da pirâmide" de nossas principais prioridades. É preciso equilíbrio.
Quem me conhece sabe muito bem que meu universo gira em torno da música, mesmo que eu não saiba tocar um instrumento com precisão, mesmo que não compreenda nada da parte teórica. Meu território musical são as batidas, são os samples, podem me chamar de beatmaker, samplemaker, não importa, eis minha pequena parcela de contribuição, que por enquanto está me servindo como válvula de escape, principalmente.
Se uma pessoa entra em minha vida, deve estar certa de que a música é parte integrante de minha essência, não consigo ficar sem, mas isso não quer dizer que não serei capaz de dar conta do recado num aspecto emocional, sentimental, entre outros. Digo isso porque já passei certos apuros relacionados, e temo o que possa vir futuramente, pois é fato que existam em nossas vidas prioridades, e que o segredo para que prosperemos é conseguir o equilíbrio entre tudo o que nós amamos e/ou passaremos a amar, mas não se trata de uma tarefa fácil, principalmente quando, entre nossas prioridades, existam pessoas com suas próprias prioridades.
Equilíbrio! Eis a chave para uma vida menos conflituosa. Um "Workaholic" por exemplo, não conseguiu encontrar em seu círculo de prioridades um equilíbrio, e sofre com isso. Quando, no amor, uma pessoa é extremamente possessiva, também o equilíbrio foi para o espaço. Um fanático religioso é outro bom exemplo em meio a tantos outros existentes em nossa sociedade. Tenho uma relação incondicional com a música, mas não a vejo como um workaholic vê seu trabalho, como um amante possessivo vê seu amado, ou até mesmo como um fanático religioso encara a doutrina que segue. Ainda há espaço em meu círculo de prioridades, desde que venha para somar, e sem que o equilíbrio se perca...

quarta-feira, 31 de março de 2010

Frases de MSN...

"Casamento é um Workshop: Enquanto um work, o outro shop."
(putzzz, rsrs...Tenso)

segunda-feira, 29 de março de 2010

Sobre 'mim', etc...


Hoje acordei um tanto melancólico, um tanto desgostoso. E tal gosto de fel logo numa manhã de segunda-feira deve-se a vá saber o que exatamente. Sentimentos bons disputam espaço com os ruins dentro de mim: O desapego, a saudade, a autonomia, a solidão... Gostaria de ter uma balança que pudesse medir com precisão todas as minhas decisões de modo a não expor-me a risco algum. Mas, como muitos assim acreditam: "Viver é um desafio". Talvez não houvesse tanta "graça" se tal balança existisse.
Lembrei-me de um texto que li certa vez no livro "200 crônicas escolhidas - as melhores de Rubem Braga". Lembro-me que na época, alguns trechos despertaram-me sentimentos parecidos com os de hoje, portanto dividirei-os com meus fiéis amigos leitores:

SOBRE O AMOR, ETC.
Dizem que o mundo está cada dia menor.
É tão perto do Rio a Paris! Assim é na verdade, mas acontece que raramente vamos sequer a Niterói. E alguma coisa, talvez a idade, alonga nossas distâncias sentimentais.
Na verdade há amigos espalhados pelo mundo. Antigamente era fácil pensar que a vida era algo de muito móvel, e oferecia uma perspectiva infinita e nos sentíamos contentes achando que um belo dia estaríamos todos reunidos em volta de uma farta mesa e nos abraçaríamos e muitos se poriam a cantar e a beber e então tudo seria bom. Agora começamos a aprender o que há de irremissível nas separações. Agora sabemos que jamais voltaremos a estar juntos; pois quando estivermos juntos perceberemos que já somos outros e estamos separados pelo tempo perdido na distância. Cada um de nós terá incorporado a si mesmo o tempo da ausência. Poderemos falar, falar, para nos correspondermos por cima dessa muralha dupla; mas não estaremos juntos; seremos duas outras pessoas, talvez por este motivo, melancólicas; talvez nem isso.
Chamem de louco e tolo ao apaixonado que sente ciúmes quando ouve a sua amada dizer que na véspera de tarde o céu estava uma coisa lindíssima, com mil pequenas nuvens de leve púrpura sobre um azul de sonho. Se ela diz “nunca vi um céu tão bonito assim”, estará dando, certamente, sua impressão de momento; há centenas de céus extraordinários e esquecemos da maneira mais torpe os mais fantásticos crepúsculos que nos emocionaram. Ele porém, na véspera, estava dentro de uma sala qualquer e não viu céu nenhum. Se acaso tivesse chegado à janela e visto, agora seria feliz em saber que em outro ponto da cidade ela também vira. Mas isso não aconteceu, e ele tem ciúmes. Cita outros crepúsculos e mal esconde sua mágoa daquele. Sente que sua amada foi infiel; ela incorporou a si mesma alguma coisa nova que ele não viveu. Será um louco apenas na medida em que o amor é loucura.
Mas terá toda razão, essa feroz razão furiosamente lógica do amor. Nossa amada deve estar conosco solidária perante a nuvem. Por isso, indagamos com tão minucioso fervor sobre a semana de ausência. Sabemos que aqueles 7 dias de distância são 7 inimigos: queremos analisá-los até o fundo, para destruí-los.
Não nego razão aos que dizem que cada um deve respirar um pouco, e fazer sua pequena fuga, ainda que seja apenas ler um romance diferente ou ver um filme que o outro amado não verá. Têm razão; mas não têm paixão. São espertos porque assim procuram adaptar o amor à vida de cada um, e fazê-lo sadio, confortável e melhor, mais prazenteiro e liberal. Para resumir: querem (muito avisadamente, é certo) suprimir o amor.
Isso é bom. Também suprimimos a amizade. É horrível levar as coisas a fundo: a vida é de sua própria natureza leviana e tonta. O amigo que procura manter suas amizades distantes e manda longas cartas sentimentais tem sempre um ar de náufrago fazendo um apelo. Naufragamos a todo instante no mar bobo do tempo e do espaço, entre as ondas de coisas e sentimentos de todo dia. Sentimos perfeitamente isso quando a saudade da amada nos corrói, pois então sentimos que nosso gesto mais simples encerra uma traição. A bela criança que vemos correr ao sol não nos dar um prazer puro; a criança devia correr ao sol, mas Joana devia estar aqui para vê-la, ao nosso lado. Bem; mais tarde contaremos a Joana que fazia sol e vimos uma criança tão engraçada e linda que corria entre os canteiros querendo pegar uma borboleta com a mão. Mas não estaremos incorporando a criança à vida de Joana; estaremos apenas lhe entregando morto o corpinho do traidor, para que Joana nos perdoe.
Assim somos na paixão do amor, absurdos e tristes. Por isso nos sentimos tão felizes e livres quando deixamos de amar. Que maravilha, que liberdade sadia em poder viver a vida por nossa conta! Só quem amou muito pode sentir essa doce felicidade gratuita que faz de cada sensação nova um prazer pessoal e virgem do qual não devemos dar contas a ninguém que more no fundo de nosso peito. Sentimo-nos fortes, sólidos e tranqüilos. Até que começamos a desconfiar de que estamos sozinhos e ao abandono trancados do lado de fora da vida.
Assim o amigo que volta de longe vem rico de muitas coisa e sua conversa é prodigiosa de riqueza; nós também despejamos nosso saco de emoções e novidades; mas para um sentir a mão do outro precisam se agarrar ambos a qualquer velha besteira: você se lembra daquela tarde em que tomamos cachaça num café que tinha naquela rua e estava lá uma louca que dizia, etcl, etc. Então já não se trata mais de amizade, porém de necrológio.
Sentimos perfeitamente que estamos falando de dois outros sujeitos, que por sinal já faleceram – e eram nós. No amor isso é mais pungente. De onde concluireis comigo que o melhor é não amar, porém aqui, para dar fim a tanta amarga tolice, aqui e ora vos direi a frase antiga: que é melhor não viver. No que não convém pensar muito, pois a vida é curta e, enquanto pensamos, elas se vai, e finda.

Maio, 1948.

domingo, 28 de março de 2010

Música a falar por mim...

Impressionante como tenho escutado com tamanha frequência 2 discos: O primeiro trata-se de um disco solo do vocalista da banda Simply Red, Mick Hucknall, num tributo ao cantor de blues da década de 60 Bobby Bland: Abaixo, uma das músicas que mais ouço e repito, repito, repito, "Cry Cry Cry".


O segundo disco, trata-se do novo trabalho da cantora e pianista Alicia Keys intitulado "The Elements of Freedom". Realmente tirei o chapéu. Destaque para as faixas 2,3,5 e principalmente as faixas 4 (Try Sleeping With a Broken Heart) e 7 (Un-Thinkable (I'm Ready)).


sexta-feira, 26 de março de 2010

Preguiça...

...Mais uma semana vai-se aos poucos... minhas férias também... Tenho mais alguns dias, e aceito de uma vez por todas que por mais que façamos planos, por mais que desejemos que sejam 'frutíferos' nossos dias de 'ócio', sempre ficamos com a impressão de que é preciso mais e mais, e voltamos para nossa rotina de trabalho com uma gota de frustração a nos percorrer.
Hoje estou preguiçoso. Fui a uma festa noite passada (o bom de estar de férias), acordei agora há pouco e guardo minha pouca disposição para a aula de logo mais. Preguiçoso... Curiosamente é quando estou assim que minha cabeça trabalha mais e mais, muitos pensamentos me vêm à cabeça: Lembranças boas de passados distantes, não tão distantes, recentes... As chances: desejadas, aproveitadas, desperdiçadas, não alcançadas, mal interpretadas. As escolhas: Certas, erradas, forçadas, irrelevantes... Pessoas: Que estão a vida toda conosco, as que a vida nos leva, as de uma única noite, único momento, ou vários momentos mas intocáveis num passado remoto. Momentos: Tristes, alegres, difíceis, monótonos, imperceptíveis, eternamente relevantes, e por que não felizes... Eis nossa vida em andamento. Nossa história em desenvolvimento.


Antes via-me precoce frente às questões da vida, hoje já não sei mais. Convivo com pessoas de diferentes faixas etárias, às vezes sinto-me mais velho em relação à minha real idade, às vezes sinto-me o contrário, às vezes vejo-me dono de uma frágil maturidade, como se eu não fizesse questão de avançar no tempo... Como se eu quisesse tornar estático meu atual momento, como se certos momentos foram antes de mim tirados e eu quisesse recuperá-los, mesmo que tardiamente.


Vejo amigos de infância hoje pais de família, outros profissionais de carreira, outros nunca mais ouvi falar. Será que minha história será escrita de outra forma, ou seja, diferente do que rezam as 'convenções'? Será que ter sua história sendo reconhecida póstumamente por alguém cujo mesmo sangue corre nas veias é relevante? Tenho motivos para acreditar que sim, já que muitos dos momentos felizes que brevemente mencionei há algumas linhas devem-se principalmente ao fato de eu ter tido a oportunidade de conviver (por exemplo) com meus avós, hoje falecidos, mas por todos nós da família lembrados com ternura. Por outro lado, não consigo visualizar-me com certas responsabillidades inerentes a uma vida comum, alguns chamam isso de imaturidade, outros chamam de ânsia por liberdade. Vá-se saber...


Concordo com você, caro amigo leitor, se fiz desta postagem uma miscelânea de questionamentos aleatórios, ou desabafos aleatórios, mas quem consegue organizar os intermináveis pensamentos, principalmente quando estes resolvem aparecer todos de uma única vez? Continuo preguiçoso em meu quarto, ouvindo minhas várias músicas favoritas, algumas responsáveis por alguns me acharem antiquado, outras responsáveis por alguns acharem que sou 'mano', outras responsáveis por alguns me acharem diferente demais, exigente demais, ou chato demais... Este é o jeito Anselmo de ser: Diferente, estranho, exótico.. a começar pelo nome...